segunda-feira, 7 de abril de 2008

sábado, 29 de março de 2008

blame the picture

it was easy, it was supposed to be.
it was certain, we've walked half the way supposed to walk.
but then we acted stupid, we made some mistakes,
and, actually, i blame the picture.
the night was being pleasent, we were having fun;
together we shared the greatest laughs,
and that's how it was supposed to be due to the end.
then you had an idea, a cleaver one.
you said you wanted to stand up, and you wouldn't do it alone.
you wanted me by your side, and so you said
"i won't leave you at all".
but, as always, i had to call it off...
i had the cleaver idea of going outside;
just to glance at the city, a beautiful view;
and i wanted a picture.
when i went for the camera, i met you again,
you asked me where i've been,
and it was just then i realised i had went alone.
then i told you you should check how beautiful the city looked that night.
but i was stupid, my invitation wasn't clear;
instead, i just walked all the way over
with the camera hanging from my neck;
which your lips could have kissed,
intead of hers.
that bitch, she took you away from me.
and then,
i just remember having some alcohol;
i couldn't bare the pain of loosing it.
and it was when i realised you were already kissing her;
i started screaming, i loosed my way,
but then i decided that i should play.
i told your best friend i wanted you
as a whole, and as much as i could ever do.
i told him to tell you,
and not for my surprise
you wanted me too;
and he said you had tears on your eyes
once you've realised you've chosen the lowest prize
instead of having the highest, the one you wanted most.
i could possible blame everything else,
but i blame the picture.
although i know not everything is lost,
i feel sorry about us, but i feel for you
something i can't explain;
something between love, pain and hate;
a desire, a fire, or anything between;
and i know i can't give up until i have
what's mine by right.
and sometimes they even say
that british and french can't get it right.
it's been a week, and i still can't forget
what you've said, what you've did; what we've didn't, what's hanging in the air.
i know, i gotta let you go.
instead, i love this feeling;
it makes me feel more alive;
it makes me feel more secure;
it makes me feel like i'm gonna have you,
no matter how long it takes,
no matter how hard it has to be,
you're gonna be mine
- at least for one night.
i don't know when,
i don't know how,
i just... know.
and maybe,
just maybe,
that's was how it was supposed to be.
just for us to realise what both of us have lost;
to realise how we should grow up
and be wiser
in order not to blame any picture any other time soon.

quarta-feira, 19 de março de 2008

stick to the next bext thing

acontece que, já que não dá pra ir pra terras além mar, we stick to the next best thing.
e the next best thing, nesse momento, é ir pra Belo Horizonte e brincar de mudar o mundo.
e logo a primeira brincadeira do ano envolve avião, hotel, PUC-Minas, TEMAS Da Guerra, British Cabinet, primeiro comitê em inglês, Phil e Mivó, e, certamente, muita diversão.
até a volta.

domingo, 17 de fevereiro de 2008

fuck the pain away

quero, outra vez, o amanhecer nos ares.
e, ir, de preferência, pra outros ares.
ares bem longe daqui.
o mais rápido possível.
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these words are my heart and soul.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

todo carnaval tem seu fim

inclusive aqueles que a gente não quer que terminem de jeito nenhum.
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deixa eu brincar de ser feliz,
deixa eu pintar o meu nariz.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

e janeiro...

pois é. acabou janeiro... e o que eu fiz? é hora de contar.
passei as primeiras duas semanas aqui mesmo, só contando a hora de ir pra minha segunda cidade favorita no mundo - Orlaaando! dia 12 estava lá no aeroporto, cheia dos remédios, esperando o vôo que sairia a 1h45 da madrugada do dia 13. e quem eu encontro no aeroporto? meu amigo JotaPêêê. super divertido.
só que essa viagem não foi, nem de longe, como as outras. pelo contrário. foi muito boa, é claro, porque, afinal de contas, Disney é Disney. mas foi esquisita. foi um janeiro de céu cinzento, de chuva, de crises de asma e bronquite. um janeiro, no mínimo, inesperado.
mas, ainda assim, muuuuito bom. e cheio de livros novos m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o-s.
e, sei lá mais o que contar... eu já cheguei há quase uma semana e eu ainda não contei tudo nem pros meus pais e pra mivó - é até engraçado: do nada, eu lembro de alguma coisa e começo a contar.
amanhã vou viajar de novo, mas pra pertinho daqui mesmo. au revoir!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

retrospectiva?

está acabando um ano que foi, no mínimo, estranho. não posso dizer que foi ruim, porque tive pontos realmente positivos. afinal, não posso dizer que entrar pra uma faculdade que me satisfaz completamente, ter professores fantásticos, participar de simulações super legais, conhecer várias pessoas ótimas, dentre outros, foi ruim.
2007 teve seus altos. mas teve muitos baixos; alguns realmente muito baixos.
não quero ser piegas ou sentimental demais (embora eu tenha consciência de que sou extremamente sentimental), mas acho que a pior de todas as coisas que me aconteceram nesse ano foi a morte do meu padrinho. ele era, realmente, meu segundo pai. perdê-lo foi muito difícil, e, mesmo quase 1 ano depois, ainda é muito complicado pensar que ele nunca mais vai tocar a campainha da minha casa pra almoçar com a gente.
mas, como eu disse, 2007 teve seus pontos positivos -- alguns extremamente positivos. acho que vale destacar a amizade. digo o sentimento mesmo; até porque, falando dele, incluo as pessoas que julgo minhas amigas: tanto aquelas que surgiram em 2007 quanto aquelas que já vinham de algum tempo. a amizade foi um ponto fortíssimo e muito positivo de 2007. se algum amigo meu estiver lendo isso aqui, acredite: você foi muito³ importante pra mim em 2007; e continuará sendo em 2008 (e não quero ser piegas, de novo). almoços, caminhadas, cinemas, outbacks, bares, blocos, ... enfim, cada minuto compartilhado com um amigo valeu a pena.
o ponto médio? Harry Potter. afinal, foi obviamente fantástico descobrir como tudo acabou. mas, também, obviamente horrível. até hoje não consigo me conformar ao pensar que não haverá próximo livro; não há nenhuma nova aventura junto ao meu maior amigo, ainda que de papel, pra novas aventuras emocionantes. hoje mesmo eu fiz uma declaração de amor enorme pra ele. eu sei que é meio idiota, mas, fazer o quê, eu amo Harry Potter até a alma.
acho que 2007 não poderia terminar de forma melhor. dezembro foi um mês bom. parece que veio para amenizar todas as dores e esquisitisses dos outros 11 meses. seja porque foi meu aniversário e as conseqüências foram ótimas, seja porque eu resolvi fazer desse mês algo que durasse como chocolate de panela, seja porque Deus quis... não sei bem qual o motivo: mas, certamente, dezembro de 2007 vai ficar na memória como um mês que anestesiou certas dores e perdas.
o último dia do ano? não deixou muito tempo para muitas saudades. preferi, no entanto, curtí-lo como se já fosse o primeiro de 2008, fazendo com que cada minuto fosse saboreado de forma especial, indicando que vale a pena ser eu mesma, ser quem eu quero ser, ser Letícia; hoje e sempre.
meu desejo? que 2008 me traga boas surpresas, menos dores e mais alegrias; que seja melhor do que 2007, mas que fortifique tudo o que de bom ele trouxe; que torne possível com que todos mantenham sempre suas consciências limpas.
feliz ano novo, feliz mundo novo, feliz ano todo.

sábado, 15 de dezembro de 2007

oh captain, my captain

pois é. então.
se teve uma coisa que eu aprendi nos últimos tempos foi a seguir mais o ensinamento do fantástico filme Sociedade dos Poetas Mortos: carpe diem, seize the day.
e, se tudo dá certo, é porque com certeza vai dar merda.
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diálogo mais falado nos últimos dias pelas redondezas:
- meu capitão, vai dar merda!
- então tá ótimo, 02. isso significará que deu tudo certo.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

férias, merecidas férias

depois de um ano complexo, e um inferno astral que durou 365 dias, estou de férias e fora do inferno astral. sabe o que isso significa? eu quero mais é me divertiiiiiiiiiiiir!
e eu acho que terei férias fantásticas. afinal, daqui a 37 dias eu vou pro lugar mais feliz da terra, onde os sonhos se realizam! alegriiiiiiiiiiiiia!
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what time is it? summertime! it's our vacation! what time is it? the time of our lives. school's out, scream and shout!

sábado, 1 de dezembro de 2007

those flash of lights come from everywhere

sabe quando você sente que foi spotted? caught in the act? pois então. eu sei! hahahahaha! enfim, isso não era pra fazer sentido mesmo.
ontem eu vi um dos filmes mais absurdos. 'Eu e as Mulheres' vale o ingresso, o combo mega - e as gordurinhas extras. seja porque tem o Adam Brody e eu amo³² ele, seja porque ele tá foda atuando, seja porque a Meg Ryan é foda também, seja porque a história me tocou... whatever. só sei que eu a-m-e-i. sinopse e minha crítica aqui.
e, sei lá, eu quero fazer alguma coisa bem legal hoje. e isso não inclui ficar a tarde toda no pc ou na frente da tv comendo muita porcaria.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

questionamento

por que, POR QUE, a J.K. Rowling não quer publicar o "The Tales of Beedle, the Bard"? sabe, eu não tenho muitos milhões de reais pra poder dar um lance no leilão, e eu daria meu baço, um rim, um pulmão e meu esôfago pra conseguir uma cópia desse livro.
mas, aparentemente, não há jeito... resta ver as fotos da 7ª cópia, a que será leiloada, exibida em Londres.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

e Deus inventou...

... a tv a cabo; o Adam Brody; a JK Rowling, e a fez escrever Harry Potter; a Warner Bros que levou Harry Potter aos cinemas; o McDonald's; os livros; os dvds; os cds; HBO, HBO Plus, HBO Family, HBO Family Plus, e todos os seus derivados; FOX; Warner Channel; Disney Channel; Friends; Grounded For Life; Two and a Half Men; Gossip Girl; The OC; Gilmore Girls; Simple Life; o cinema; o Giovvanni Arrighi, e o fez escrever O Longo Século XX; ...e fez a minha alegria!
obrigado, meu Deus, por ter criado essas coisas, tais que fizeram com que minha semana não fosse um tédio total.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

falei pro dj

acabou, de novo. o fantástico mundo da modelândia, agora, só volta ano que vem pra mim, a não ser que, por algum milagre, eu acabe indo ao MONU.
mas não vou passar esse post falando como meus pés doem, como eu corri de um lado pro outro, como eu me infiltrei na OTAN, como eu amei ver meu UNICEF crescendo e crescido, nem como eu amei rever pessoas queridas e ver novas pessoas fantásticas.
pretendo, nesse post, expressar toda a minha revolta com essa vendidagem medíocre que existe nos modelos, e minha aversão àqueles que usam dos modelos para fins lucrativos. é ridículo que seja distorcido o espírito verdadeiro, em que os objetivos principais se confundem entre brincar de mudar o mundo, fazer novas amizades, aprender muito e, efetivamente, mudar nossas vidas. quero antes que se fodam as menções honrosas, que se fodam as premiações, que se fodam os retardados que acham isso importante; quero que os modelos sejam verdadeiros meios de aprendizagem, onde honra é pré-requisito, o esforço é apenas recompensado pela satisfação de ver que tudo deu certo, os amigos são revistos, as amizades são fortificadas, novas pessoas ótimas aparecem e tudo vale a pena.
pessoalmente, cada modelo vale a pena apenas por viver aquele ambiente no qual eu quero viver, pelo qual eu me esforço e para o qual eu dedico cada instante da minha vida. e que se fodam os caçadores de prêmios.
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o título dessa postagem se deve ao fato de que essa foi uma das frases mais faladas nos últimos dias.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

good girl gone bad

afinal, não dá pra ser boazinha a vida inteira e deixar com que os outros vivam fudendo a minha vida.
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a toast to the ones who conquered you, to the loosers who lost you and to the luck bastards who are about to meet you!

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

unrequited love

"(...)and then there’s another kind of love, the cruelest kind, the one that almost kills its victims. it’s called unrequited love. of that, i am an expert. most love stories are about people who fall in love with each other, but what about the rest of us? what about our stories, those of us who fall in love alone? we are the victims of the one-sided affair. we are the cursed of the loved ones. we are the unloved ones, the walking wounded, the handicapped without the advantage of a great parking space. yes, you are looking at one such individual and I have willingly loved that man for over three miserable years, the absolute worst years of my life. the worst Christmases, the worst birthdays, New Year’s Eves brought in by tears and valium. these years that I’ve been in love have been the darkest days of my life, all because i’ve been cursed by being in love with a man who does not and will not love me back. (...)"
from THE HOLIDAY

terça-feira, 30 de outubro de 2007

círculos, loops e repetições

as provas estão chegando, mais uma vez. tenho muito o que estudar, de novo. além disso, cada vez mais, sinto mais necessidade de viajar. e acredito que os próximos 74 dias serão beeeem longos.
aliás, amanhã é dia das bruxas, então feliz dia das bruxas pra todo mundo, principalmente pr'aqueles que, como eu, se consideram bruxinhos - ou quase - após afundarem nos livros de Harry Potter. aliás, sim, eu já sei que a Joanne Rowling revelou que sempre pensou no Dumbledore como gay, e meu mundo caiu com essa revelação, mas eu vou conseguir superar. falando em Harry Potter, dia 10 sai o derradeiro e último livro em português, e dia 14 sai o dvd do quinto filme o/ cheers.
então tá né, sei lá, parece que eu tinha alguma coisa pra escrever, mas eu esqueci. minha desmemória tá cada vez pior.
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o poeta não morreu, foi ao inferno e voltou.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

pra declarar minha saudade

acontece que, como sempre, eu acabo me acostumando com as coisas. mas nem por isso eu me esqueço da vontade louca de viajar, mudar os ares. comecei o countdown pra ir a Orlando, e faltam exatamente 88 dias. só mais 88 dias e eu estarei a muitos quilômetros de toda essa louca realidade que é a minha vida. só mais 88 dias e eu poderei me divertir novamente, como aquela criança louca que eu volto a ser quando estou naquela cidade. só mais 88 dias.
mas hoje não quero ficar falando disso. na verdade, quero fazer um desabafo. um desabafo confuso e sincero, que pode até ser mal interpretado, mas vou apenas deixar as palavras fluírem. assim como li recentemente no ótimo "Elite da Tropa", a verdade não vem com cavalheirismos.
sabe como são esses dias em que não há absolutamente nada a se fazer? pois então. vivi um desses dias recentemente, e a preguiça me assolava de tal forma que eu não conseguia levantar pra buscar um bom dvd pra assistir. aí eu fiquei rodando os canais na tv mesmo. acabei parando na mtv. e foi impossível não perceber que essa emissora traz a desgraça pra minha vida. sabe, não é que eu queira me sentir "diferente" e/ou "especial" dessa forma retardada que as pessoas têm usado essas palavras ultimamente. mas é que eu realmente gostava quando eu conhecia bandas e músicas pras quais ninguém dava bola, e todos desconheciam na maioria das vezes. agora, é praticamente impossível falar em música alternativa, indie, etc, porque elas estão na mtv. tudo agora é mainstream. será que até eu sou mainstream?
o pior de tudo não é o fato de estar lá. afinal, toda banda quer mesmo é o sucesso, muitos cds vendidos, e etc. mas é que eu gostava quando as bandas e músicas que eu gostava só faziam sucesso longe desse país, onde tudo o que é bom acaba nas prateleiras das grandes lojas, na boca do povo, e na maneira mais vulgar do popular. por sinal, isso é, sim, uma redundância, visto que as palavras "vulgar" e "popular" devem designar o mesmo sentido, do povo.
quero que o povo tenha acesso a cultura, ao conhecimento, às novas tendências mundiais. quero a difusão da cultura, do conhecimento. quero que todos se sintam cidadãos do mundo. mas, antes, quero que esse povo tenha capacidade o suficiente pra compreender tudo o que lhe está sendo apresentado, saiba distinguir todas as informações que lhe são apresentadas.
não quero continuada essa popularidade descartável dos dias de hoje.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

take me out

sabe quando você sente que precisa sumir por uns tempos?
pois é.
e não foi difícil concluir que eu realmente preciso disso.
desaparecer, mudar os ares, ver outras pessoas, aprender outras coisas.
necessidade.
mas, enquanto não dá, tenho que ficar por aqui mesmo.
desespero(!).

domingo, 16 de setembro de 2007

a natureza do [meu] espaço

muita coisa aconteceu nesse tempo em que eu sumi daqui. mas, na verdade, parece que não há muito a dizer. ou será preguiça mesmo? bem, seja o que for, é melhor escrever logo.
acontece que as aulas voltaram, e já estou na metade do 2º período de Relações Internacionais. cada dia mais eu me sinto mais inserida no papel de diplomata; cada dia me sinto mais segura de que é justamente isso que devo fazer da minha vida.
e, ainda se tratando de relações internacionais, semana passada, eu fui mais uma vez à minha manutenção existencial [aka modelos de relações internacionais]. dessa vez, foi a SiONU, e eu fui representar a Bélgica no Conselho de Segurança, como dupla do querido Phil. acontece que nós arrasamos, muito, e até ganhamos menção honrosa. realmente ótimo, não só por isso, mas também porque cumpriu, mais uma vez, com os objetivos principais de uma simulação: aprender, conhecer gente legal nova, e fazer novos ótimos amigos. e, ainda que tenham acontecido várias merdas, e eu tenha mega me estressado, e eu tenha jurado que eu nunca mais voltaria a nenhuma simulação, é fácil saber que eu já voltei atrás nessa decisão. afinal, como viver sem minha manutenção existencial? pena que a próxima agora é só ano que vem, já que eu não vou mais ser diretora do ONU Jr [oh, no one saw that coming ¬¬].
e eu tô mega mal, sabe Deus porquê. provavelmente é porque a umidade do ar tá muito baixa, e isso acaba com meu sistema respiratório e, como eu praticamente não tenho sistema imunológico, tudo fica pior. logo, eu nem saí de casa ontem ou hoje, e, por mais que eu goste de ficar em casa, eu só gosto de fazê-lo quando eu não tô doente, sem voz, com a garganta inflamada, dor de cabeça e de ouvido por causa de um nariz mega congestionado, espirrando, etc.
amanhã eu já tenho prova, tudo bem que é de Espanhol, mas é prova. e eu preciso fazer 3847923749 coisas essa semana, inclusive um paper de 800 palavras sobre a triologia Matrix e sua relação com a Geografia apresentada por Milton Santos no seu livro "A Natureza do Espaço". é por isso que eu adoro meu professor de Geografia Política e Econômica.
e, sinceramente, eu preciso arrumar um jeito de deixar as alergias de lado.

quarta-feira, 25 de julho de 2007

chega de saudade

ah, a saudade... ela é tão bela, tão pura e tão verdadeira; indefinível, indescritível. e, nesta semana, estou vivenciando a doce dor da saudade de muitas coisas ao mesmo tempo. uma saudade como nunca senti antes, tão intensa, tão forte, tão sincera. uma saudade imensa.
sinto saudade de um ano que ficou pra trás. a saudade da descoberta do que eu sou, do que eu quero ser. estou falando do ano passado, aquele ano de 2006, que agora parece tão longe, mas que só faz um ano! é engraçado lembrar que, há exatamente um ano atrás, eu desconstruí uma Letícia que existia, para dar lugar a outra, muito mais verdadeira, que sente muito mais a paixão pelas relações internacionais do que pelo direito. uma troca. não que a 'velha Letícia' fosse falsa ou descartável, mas a 'velha Letícia' vestia uma máscara, escondendo a Letícia que sempre existiu e apenas esperava o momento certo de aparecer, de tomar suas próprias decisões, de ser o que sempre foi. muito embora uma das decisões tomadas tenha sido abalada algumas vezes por diversos fatores, o que ficou sólido não mudou: um amor, imensurável, absurdo, que nasceu pela diplomacia. não sinto saudade pela descoberta em si, mas de todo o contexto em que ela se deu: num lugar maravilhoso, com pessoas maravilhosas e inesquecíveis, na indiscutivelmente melhor semana da minha vida. tudo isso permaneceu, e continua. e me faz sentir saudade.
e sinto, por fim, a saudade de um espaço que não está tão longe no tempo. um lugar que eu conheci no ano passado, mas onde solidifiquei raízes nesse ano. um lugar onde passo meus dias inteiros, onde me dedico ao conhecimento e a aprendizagem, onde conheço pessoas fantásticas e faço amigos. um lugar onde eu me sinto, por assim dizer, em casa, ainda que a máquina de café não goste muito de mim.
matar a saudade? não quero. quero, sim, que eu volte para o lugar onde pertenço. quero, ainda, continuar sendo essa em quem me transformei, mas ainda constantemente mudando. mas não quero matar a saudade. sinto que, ao sentir saudade, nos tornamos mais humanos, mais conscientes do quão dependentes somos de outros fatores.
ah, eu quero sempre ter motivos para sentir saudade.